Gato doméstico surgiu 9.500 anos atrás

PARIS, 8 abr (AFP) - O homem domesticou o gato cerca de 9.500 anos atrás, mais de cinco mil anos antes do que se acreditava, dizem cientistas franceses com base na descoberta do esqueleto de um ancestral do felino em Shillourokambos, uma cidade neolítica da ilha de Chipre. As conclusões serão publicadas na edição deste sábado da revista científica americana Science.

Enterrado numa cova rasa, a apenas 40 centímetros dos restos de um humano de 30 anos, o gato, que tinha oito meses, pode ter sido um membro querido de um lar da Idade da Pedra.

Até agora, acreditava-se que os primeiros gatos tinham sido domesticados no Egito antigo, no máximo 1.900 a.C, e que o primeiro felino teria sido introduzido por humanos no Chipre 8.500 anos atrás. "Isto não só retarda em cerca de um milênio a evidência da presença dos gatos no Chipre, mas também dissipa todas as dúvidas de que o homem e o gato tiveram uma relação muito forte, pelo menos simbolicamente", disse o coordenador da pesquisa, Jean-Denis Vigne, um arqueozoólogo do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) francês.

O que intriga os pesquisadores foi a descoberta do esqueleto completo, o que indica que o gato foi enterrado deliberadamente.

A tumba humana continha objetos de valor e oferendas - ocre, pedras polidas, machados e ferramentas de pedra.

Não foram encontrados sinais de que o animal tivesse sido abatido para servir de alimento ou que seu corpo tenha sido deixado ao relento, pois desta forma os ossos teriam sido encontrados ao redor do local.

"O enterro de um gato completo, sem nenhum sinal de abate nos faz lembrar dos enterros humanos e enfatiza o animal como indivíduo", destacou a equipe.

"O jovem fato pode ter sido morto a fim de ser enterrado ao mesmo tempo com o humano", continuaram.

Descobertas em sítios neolíticos do Oriente Médio, na Síria moderna, na Turquia e em Israel revelaram desenhos inspirados em felinos, o que sugere que os animais tinham um status especial, que perdura até hoje, mesmo que não existissem evidências de que na época foram animais de estimação.

Provavelmente os gatos foram capturados da vida selvagem nos primeiros estágios da agricultura, quando os humanos deixaram de ser caçadores e coletores e se tornaram fazendeiros.

Ao estocar grãos, estes primeiros agricultores atraiam ratos. Ter um gato por perto resolvia o problema com roedores.

A domesticação dos cães é mais remota. Não há dúvidas de que a razão foi a de que o cão era usado por humanos para caça e para a guarda. O registro da ligação entre cães e humanos remete-se a sítios em Israel, de 14.500 anos atrás.


Escrito por Cisne às 13h36
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Universo paralelo
Pacientes de terapia de regressão afirmam ter visto o
espaço entre uma vida e outra. Esses relatos levam espiritualistas, professores, médicos e estudiosos
a se debruçarem sobre o assunto

Celina Côrtes e Rita Moraes

  Fotos: Alexandre Campbell

A possibilidade de vida e morte serem mais do que processos biológicos, a existência da alma e a idéia de viver várias vezes são temas que agitam discussões filosóficas e religiosas desde tempos remotos. Os tibetanos, os egípcios e os hebreus da antiguidade tinham cada um a sua versão para o que acontecia depois da morte. Em todas as culturas e mitologias, há referências sobre essas questões que sempre permearam a busca de identidade do ser humano. O assunto polêmico também agita o meio científico. Muitos estudiosos se dedicam a desvendar em laboratório o misterioso mundo do além. No final de outubro, cientistas e religiosos se reuniram em Brasília no congresso Discutindo a Morte e a Vida após Ela, organizado pela Legião da Boa Vontade (LBV). Em pauta, estudos e análises de físicos e matemáticos
de possíveis evidências registradas a esse respeito, como as visões descritas por pacientes em estado terminal, de quase morte ou coma.
“Há uma tese que diz que são alucinações geradas pela falta de oxigênio no cérebro. O problema é que existem apenas evidências e não provas desses fenômenos. E eles podem ter explicações alternativas apesar de se repetirem da mesma forma em vários lugares do mundo”, diz Waldyr Rodrigues, professor da Unicamp, matemático e doutor em física pela Universidade de Torino, na Itália, um dos palestrantes do congresso.

O professor lembra, no entanto, que as verdades científicas são
às vezes efêmeras – o que é absolutamente certo hoje pode deixar
de ser amanhã. “Muitas teorias são aceitas sem uma rigorosa avaliação só por virem de profissionais de prestígio. Ouvimos recentemente a tese de que o universo seria finito e teria a forma de dodecaedro. A topologia do universo é também uma coisa que não se pode provar, apenas deduzir. Por isso, erra quem diz que só acredita no que a ciência pode mostrar”, afirma ele. A contribuição dos espiritualistas passa pela busca de formas contundentes para a aceitação do transcendental, como a gravação de vozes e até de imagens de espíritos.

Mas, enquanto os religiosos e os cientistas tentam “apalpar” esse mundo imaterial, outros querem é saber o que é que se faz por lá. Há cerca de 40 anos, em alguns consultórios de psicologia o assunto passou a ser considerado aceitável devido aos relatos de pacientes submetidos à terapia de vidas ou vivências passadas. No tratamento, eles são levados, por indução hipnótica ou relaxamento, a reviver memórias traumáticas de supostas reencarnações. Um vasto campo de pesquisas foi aberto pela menção da experiência em vários corpos e, passada a primeira fase de perplexidade, surgiu o interesse pelo que chamam de entrevidas – período entre uma encarnação e outra. Se o ser humano vive várias vidas, o que faz entre uma e outra? Segundo os pacientes, se prepara para a nova empreitada na Terra. Muitos são levados a hospitais, outros a centros de recuperação e estudos. Eles descrevem com riqueza de detalhes os estados emocionais, conflitos e encontros com familiares ou seres mais evoluídos. O estágio no além foi um dos temas abordados no Primeiro Congresso Mundial de Terapia Regressiva, realizado na Holanda em junho, que reuniu 230 representantes de associações e institutos de terapia de regressão de vários países. E sobre essa etapa espiritual também versa o recém-lançado livro Nascer, morrer, renascer (Editora Record, 240 páginas, R$ 36), da terapeuta carioca Célia Resende, 51 anos, que traz relatos de sete pacientes.

Carlos Magno  
Alexandre afirma ter sido atendido num hospital  

Evolução – No congresso europeu, o tema foi proposto pela psicóloga americana Linda Backman, 56 anos, que trabalha há nove com terapia de vidas passadas e há dois com o entrevidas. A psicóloga pesquisou pormenores desse período, pedindo a seus pacientes que observassem, por exemplo, como se viam. E a novidade apresentada é que a evolução da alma pode ser aferida por sua cor. “As mais evoluídas vão do azul ao púrpura”, afirma. No consultório da terapeuta carioca Célia Resende, acessar o entrevidas não é uma regra. Alguns pacientes vão de uma vida para outra sem mencionar esse intervalo. Mas ela explica que a vida e a morte tanto quanto esse período fazem parte de uma consciência global. “A vida atual, as passadas e o entrevidas são apenas etapas de experiências da consciência, alma ou espírito”, sugere.

Em seu livro, aparece uma visão detalhada do além. De acordo com o relato de seus pacientes, há locais de natureza exuberante e prédios
com equipamentos médicos e de comunicação altamente sofisticados. “Eles falam de avançadas máquinas usadas na cura e regressão de memória aplicada para ajudar no autoconhecimento que antecede cada reencarnação”, explica. As cidades espirituais possuem estações de transição e hospitais para acolhimento dos que chegam, situadas sobre diversas regiões do planeta. Há também o que denomina de Centro de Pesquisas da Consciência, onde o espírito vê projetados em uma tela os fatos traumáticos de encarnações anteriores. “Os orientadores também ajudam a visualizar mentalmente, como fazem os terapeutas de vidas passadas”, esclarece.



Escrito por Cisne às 14h22
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A descrição do entrevidas mostra que também, e principalmente, as decisões de aperfeiçoar as relações conflituosas são tomadas nesse período. O estudante carioca Alexandre Maia Pastore, 24 anos, procurou o atendimento em 2001 devido a dificuldades nos estudos, mas acabou por desfazer alguns nós emocionais. Ele não tinha amigos nem namorada e seu relacionamento com os pais era difícil. Na terapia, descobriu que em outra vida, por coincidência, foi irmão adotivo de seu atual pai e teria fugido com a mulher dele, que é sua mãe na vida atual. “Guardava um grande sentimento de culpa e não conseguia manter um relacionamento. Agora, estou namorando e entrei na faculdade de cinema”, comemora. Ele conta que, após a morte nessa encarnação, foi recebido pelo irmão traído, que havia morrido antes dele e já o perdoara. “Ao reviver esse momento, consegui me perdoar”, lembra. Depois, foi para um hospital. “Lá havia vários aparelhos estranhos. Fiquei me recuperando até que me disseram que eu já estava pronto para voltar”, diz.

Eficácia – Os que passam pela experiência de assumir outras personalidades ficam fascinados em se descobrirem como soldados, sacerdotes ou simples escravos e reviverem suas dores, amores, ódios e fracassos. Mas o que dá credibilidade à terapia é, segundo seus pacientes, a eficácia. A maioria resolve entraves psicológicos ou de saúde que a medicina ou terapia convencional não deram conta de sanar. Alguns chegam preocupados com o fato de as idéias reencarnacionistas não fazerem parte de suas crenças religiosas, mas logo são avisados de que isso não importa para o sucesso do tratamento. Foi o que comprovou a americana Nicole Lerch, 45 anos, criada no protestantismo. Ela sofria de uma tendinite crônica que a impedia de tocar violino. Em 1997, se mudou para o Rio de Janeiro, entrou na Orquestra Sinfônica Brasileira
e se tornou professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas passou um ano sem trabalhar e só se livrou da tendinite com a terapia. Ela se viu como um lenhador que teve o braço esquerdo amputado depois de um grave ferimento. Um encontro no pós-morte contribuiu para que ela apagasse o registro negativo do trauma. “Depois de um entorpecimento, encontrei Ivan, um grande amigo daquela vida. Ele me mostrou que meu braço estava inteiro. Eu tinha sido atingida apenas no físico e não no espírito”, relembra.

Max G Pinto  
Já Elizabeth assistiu a flashes de outras vidas  

Segundo os terapeutas, mesmo que as imagens, sensações e sentimentos despertados durante o processo terapêutico não sejam lembranças reais, e sim formas representativas, elas cumprem a função de trazer para o consciente problemas mal resolvidos e traumas jogados para debaixo do tapete da mente. De qualquer forma, já há um esforço para se comprovar cientificamente se essas memórias são verídicas ou não passam de elaboração mental. Há três anos, o Instituto Nacional de Pesquisa e Terapia Vivencial Peres, de São Paulo, pesquisa o funcionamento do cérebro durante a terapia regressiva. Entre os estudos, um feito em parceria com a Universidade da Pensilvânia monitorou o fluxo sanguíneo no cérebro e revelou que as estruturas mais solicitadas são as do lobo médio temporal e as do lobo pré-frontal esquerdo, que respondem pela memória e pela emoção. A conclusão é que as histórias contadas durante a terapia regressiva não são fruto da imaginação, pois, se assim fosse, o lobo frontal seria acionado e a carga emocional não seria tão intensa.

 
  Livro traz relatos de pacientes

Traumas – O instituto de pesquisas paulista adota um método próprio de regressão, criado pela psiquiatra Maria Júlia Prieto Peres, a terapia reestruturativa vivencial. E, segundo ela, o entrevidas é sempre abordado. “São revistas todas as fases da vida para detectar traumas que possam ter relação com a queixa do paciente. Se ele for para uma suposta vida passada, é conduzido a vivenciar a suposta morte e o suposto período entrevidas”, diz ela. Maria Júlia explica que também é comum a menção de momentos dolorosos neste período. Sentimentos como solidão, abandono, tristeza, ódio e paixão permanecem intactos no além. Mas há também a referência a amigos, familiares e desconhecidos iluminados. “Alguns falam de seres benéficos, outros de uma luz ou energia boa que os conduz a locais de repouso e recuperação”, diz a psiquiatra. Também são descritas a visão do próprio velório e enterro e a permanência entre os vivos.

Quem viveu essa experiência foi a professora Elizabeth de Melo Massaranduba, 48 anos, de São Paulo, que procurou a terapia para curar crises de pânico. Separada, ela tinha que tomar conta sozinha dos dois filhos. Trabalhava em dois empregos e não aceitava a situação. Descobriu que a revolta era um traço reincidente em sua trajetória espiritual. Em uma de suas vidas, ela era o dono de um palácio que morreu esfaqueado, mas ficou no prédio atormentando seus moradores. “Eu não me conformava com a morte e só saí de lá coagida. Dois homens de branco me carregaram pelos braços. Eu esperneava, dizendo que era amigo do rei e que aquilo não ficaria impune. Cheguei a uma construção arredondada muito diferente. Aí, a imagem se apagou”, conta. Em outra passagem, dois homens mostraram que suas dificuldades faziam parte de um planejamento feito por ela mesma. “Muito sérios, eles me levaram para um lugar amplo e claro. Numa parede, com oito telas, vi flashes de várias vidas. Antes de nascer, eu tinha optado por resgatar algumas faltas e estava renegando isso”, conta ela.



Escrito por Cisne às 16h52
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Elimine a TAXA DE ASSINATURA DO SEU TELEFONE FIXO

Carlos Magno  
Sandra se viu em um lugar onde ela ajudava quem chegava  
Segundo a psiquiatra paulista Maria Teodora Ribeiro Guimarães, com pós-graduação em análise transacional pela Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, que preside a Sociedade Brasileira de Terapia de Vidas Passadas, em Campinas (SP), é comum os pacientes se verem programando a próxima volta à Terra. “Aí a pessoa entende por que pediu para voltar naquele contexto”, acrescenta. A engenheira carioca Sandra Tazernari, 53 anos, descobriu que, depois
de ter sido um sacerdote em uma vida, resolveu voltar à Terra em situação precária para liderar uma tribo nômade do deserto e fazê-la progredir. “Quando deixei o corpo, me vi em um lugar muito estranho, como se fosse uma bolha, de material estranho, transparente. Depois,
já adaptada, passei a ajudar os que chegavam a se recuperar do trauma da transição”, conta.

Um ponto básico defendido pelos terapeutas é a existência de uma “sabedoria espiritual” que aparece quando se está no estado alterado de consciência, provocado pela terapia. Nesse momento, as pessoas dizem que as muitas vidas são formas de realizar a evolução espiritual e que o entrevidas é o momento de reavaliação e de preparo para a próxima tentativa na Terra. “Nesse período, os espíritos podem ser tratados, trabalhar, estudar e conhecer estágios de evolução diferentes. Depois, reencarnam para testar o aprendizado”, explica a psicóloga Elaine de Lucca, de São Paulo, autora de Regressão – a evolução da terapia de vida passada (Editora NovaLuz). Ao tentar resolver suas dificuldades de manter relacionamentos amorosos, a supervisora de atendimento Keite Gomes de Toledo, 29 anos, paciente de Elaine, não só descobriu que em muitas vidas ela desprezara quem a amava como também se viu estudando para mudar esse comportamento. Em uma das regressões, ela era um homem rústico, que morreu ferido na cabeça. “Me vi saindo do corpo, sentia a cabeça sangrar e doer. Fiquei num lugar escuro com gente de aspecto negativo até que uma mulher de roupa branca apareceu. Ela propôs que eu a seguisse, resisti por um tempo. Quando concordei, fui para um lugar muito limpo, onde cuidaram de mim. Depois me vi num jardim, lendo um livro”, conta ela. Keite diz que tem consciência de que precisa ser mais receptiva. “Estou tentando”, diz ela.

Todas essas informações sobre o entrevidas também aparecem na pesquisa feita por Joel Whitton, especialista em hipno-regressão e professor de psiquiatria da Universidade de Toronto, no Canadá, autor
do livro Vida, transição, vida, editado no Brasil em 1992. Ele chama a lembrança direta do estágio entrevidas de metaconsciência. No estudo, 30 pacientes sob hipnose foram instruídos a datar as encarnações –
o que não é comum no processo terapêutico, quando o foco são as memórias emocionais –, o que lhe permitiu até calcular o tempo entre
uma encarnação e outra. O intervalo mais curto mencionado é de dez meses e o maior, de 800 anos.

  Ricardo Giraldez
  A psicóloga Elaine de Lucca diz que o entrevidas é uma reavaliação. Sua cliente, Keite, concorda

É interessante notar que, se a idéia da vida após a morte faz parte da base de religiões orientais como o budismo e o hinduísmo, esses detalhes coincidem com os conceitos defendidos pelo espiritismo kardecista. Vários livros psicografados pelo médium Chico Xavier, morto no ano passado, mostram situações e cenários semelhantes. É o que informa a bióloga mineira Marta Antunes, 57 anos, diretora do Departamento de Estudos do Espiritismo da Federação Espírita Brasileira, sediada em Brasília. Ela esclarece que quanto mais evoluído, mais tempo o espírito fica no entrevidas. “Os que chegam ao estado maior de evolução só voltam à Terra se quiserem. Todos são submetidos ao que Alan Kardec, o codificador do espiritismo, chama de planejamento reencarnatório. Os menos evoluídos nada escolhem, são tutelados por orientadores. A escolha depende da evolução do espírito”, completa.

Teorias como essas soam como total absurdo para muitos. O médico psiquiatra Carlos Byton, de São Paulo, com pós-graduação no Instituto Jung, de Zurique, acha que tudo não passa de fantasia. “É uma projeção. As pessoas deslocam seus problemas para outras épocas”, reduz. Também descrente, o psicanalista italiano radicado no Rio, Giorgio Trotto, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise, é mais flexível. “As vidas passadas são reflexo do inconsciente coletivo. Toda a experiência de antepassados e da humanidade se acumula na mente humana ao longo de sua evolução”, propõe. O psicanalista e psiquiatra Benilton Bezerra, professor do Instituto Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e membro do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro, diz compreender as motivações éticas para a tese da reencarnação, da qual não é adepto. “Ela responsabiliza o sujeito pelas consequências de seus atos, como nas religiões orientais”, diz.

Enquanto as provas científicas sobre o além não aparecem, só resta o caminho da fé aos interessados em tema tão fascinante. De qualquer forma, os bons resultados da terapia de vidas passadas não deixam de intrigar os céticos.



Escrito por Cisne às 18h58
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Não é à toa que o primeiro nome moderno do chocolate foi Theobroma, que traduzindo do grego significa o alimento dos deuses. Alguém discorda? Não há mulher que resista a um bom chocolate. Pode ter certeza. Para fazer bonito, saiba que a grande diferença entre um bom chocolate e um normal é a quantidade de cacau, a matéria-prima básica de todos. Só para ter uma idéia, os melhores chocolates do mundo têm entre 60 e 85% de massa de cacau, enquanto os industriais têm entre 17 e 25%. A diferença fica evidente também no preço: o italiano Amedei Porcelana, um dos melhores do mundo, custa US$ 180 o quilo. Não precisa chegar a tanto... Mas está aí a dica: quer agradar? Vá de chocolate &

AGRADECIMENTO: Larmod, tel. (11) 3061-1944.
Fonte:revistapaisefilhos



Escrito por Cisne às 14h38
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Ligue para 0800-619619 (gratuita) e solicite que o Projeto 5.476/2001 entre em votação.
Este projeto modifica a lei nº 9472 de 16/07/97 e determina que a estrutura tarifária dos serviços de telefonia fixa comutada prestada em regime público seja formada apenas pela remuneração das ligações efetuadas (ou seja, só
pagar pelo que vc ligou, sem taxa de assinatura!!!).
O projeto está tramitando na "COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NA CÂMARA".
Este número acima é o 0800 da Câmara dos Deputados, vc liga e fala que quer deixar seu nome em apoio ao projeto 5476/2001 que acaba c/ a cobrança da assinatura dos tels fixos.
Quanto mais gente ligar, mais fácil do projeto ir à votação, portanto,divulguem.É interesse nosso. Na sua conta de luz você não paga "Taxa da Assinatura".Na sua Conta de água você não paga "Taxa de Assinatura". Por que pagar "Taxa
de Assinatura" na sua conta de telefone?
Vamos ligar, é de graça!


Escrito por Cisne às 12h00
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Estudante de Veterinaria poe fogo em cachorro VIVO

OLhem que absurdo!!!!
 
Umuarama Silvia Lira
 
A presidente da Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama
(Saau), Iracema Drumont, vai denunciar hoje à Justiça um
acadêmico de Medicina Veterinária Thiago B. de Lima que é acusado de atear fogo
em um cão vivo, sábado à tarde, na rua Amazonas. Segundo
Iracema, o estudante cometeu um crime e ela cobrará justiça
para o caso. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia
Militar, o caso aconteceu por volta das 16h30. Vizinhos do
estudante teriam solicitado à PM para que comparecesse no
local, pois um animal estava recebendo maus tratos. Quando os
policiais chegaram o cachorro já havia fugido e nenhum dos
solicitantes se dispôs a representar na polícia contra o
rapaz, apenas denunciaram o crime. Segundo Iracema, os
vizinhos disseram que o animal entrou no quintal do rapaz e
se aproximou de sua cadela, que estaria no cio. Enfurecido, o
estudante teria jogado álcool ateado fogo ao animal.
Praticamente em chamas, o cachorro fugiu e voltou para a casa
do dono, próxima ao local do incidente. Informada sobre o
caso, Iracema começou a procurar pelo animal, que só foi
encontrado segunda-feira pela manhã, depois que pediu ajuda
através das emissoras de rádio. O cachorro foi internado na
clínica S.O S Animais, onde sendo medicado para aliviar a
dor. De acordo com o laudo da equipe de veterinários, o
animal sofreu queimaduras de 1º e 2º graus em 50% do corpo e
ficou em estado de choque. Ele também apresentou sintomas de
desidratação moderada. A punição para crime de maus tratos a
animais é de três meses a um ano de reclusão e multa. Caso o
animal morra, a pena aumenta em um sexto.O nome do academico
é Thiago B de Lima e cursa o terceiro ano

Na segunda-feira o Jornal da Globo mostrou os cães sem dono que foram expulsos de Fernando Noronha. Veja agora o final da história.

Agora eles têm nome, endereço e carinho. Bilu, Tom e Cadeirudo foram adotados pela estudante Priscila Braga. O amor pelos animais ela traz da infância e não conseguiu ficar indiferente ao desfecho que aguardava os cães expulsos de Fernando de Noronha. "É muito agradável você ter um animal e ver que salvou ele da morte e ele retribui todo o carinho e atenção que você dá", diz Priscila.

O dentista Eduardo Beltrame levou 24 cães para o veterinário. Limpos e medicados quase todos conquistaram novos donos. Mas de quatro deles Eduardo não teve coragem de se separar. ¿Luana é minha filha. Não me desfaço dela por nada¿, afirma ele.

A comoção gerada em torno do destino dos cães de rua de Fernando de Noronha acabou beneficiando parte dos vira-latas abandonados do Recife. Uma onda de adoções garantiu teto e comida para todos os cachorros apreendidos que estavam à espera de um dono.

O canil ficou vazio. Uma imagem bem diferente do começo da semana. Em três dias, 45 cães foram adotados. Um recorde. E já tem lista de espera para adotar os próximos que desembarcarem da ilha. ¿As pessoas estão sempre ligando para saber quando vão chegar outros cães¿, afirma o administrador do canil Geraldo Vieira.



Escrito por Cisne às 18h28
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